SIGEP - COMISSÃO BRASILEIRA DE SÍTIOS GEOLÓGICOS E PALEOBIOLÓGICOS
[ABC ABEQUA CPRM DNPM IBAMA IBGE ICMBio IPHAN PETROBRAS SBE SBG SBP UGB]
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PROPOSTA DE SÍTIO GEOLÓGICO ou PALEOBIOLÓGICO DO BRASIL
A SER PRESERVADO COMO PATRIMÔNIO NATURAL DA HUMANIDADE

1. NOME do SÍTIO(*):               Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE
2. PROPONENTE
Nome completo:
Alcina Magnólia Franca Barreto
Endereço p/ postagem:
Instituição:
Instituição: Universidade Federal de Pernambuco
Fax:
Telefone: 81 2126 7933
e-mail: alcinabarreto@gmail.com
Endereço curriculum Lattes: http://lattes.cnpq.br/0616658557576223
Data da proposta: 24/02/2012       

Marque a alternativa correta abaixo:
você está propondo:
[X] sítio geológico/paleobiológico ainda não sugerido à SIGEP e candidatando-se à sua descrição (*);
[  ] sítio geológico/paleobiológico ainda não sugerido à SIGEP sem candidatar-se à sua descrição; 
[  ] candidatar-se à descrição (*) de sítio geológico/paleobiológico já sugerido e aprovado pela SIGEP.
(*) - o sítio deverá ser descrito em duas versões, português e em inglês, e de acordo com as Instruções aos Autores.

4. CASO tenha estudado o sítio e ESTEJA SE CANDIDATANDO A DESCREVÊ-LO com artigo científico, informe:

a) Tempo previsto para ENTREGA da MINUTA(*), após a aprovação da proposta:      SEIS   MESES       

b) Sugestão preliminar de TÍTULO e de SUBTÍTULO de artigo sobre o sítio (*):

Título: Fósseis Invertebrados de Rancharia, Araripina, PE

Subtítulo: O registro da conexão marinha no Albiano da Bacia do Araripe, NE do Brasil

c) COAUTORES(**): 

José Bernardo Rodrigues Brilha – Universidade do Minho, Portugal ­ jbrilha@dct.uminho.pt 

Alexandre Magno Feitosa Sales – Universidade Regional do Cariri - URCA, Ceará - amfsales@uol.com.br -
CVLattes:
http://lattes.cnpq.br/6308312488816723  

José Augusto Costa de Almeida – Universidade Federal da Paraíba – UFPB - paleoprofessor@gmail.com -
CVLattes: http://lattes.cnpq.br/2881202050160159  

(*) Consulte as Instruções aos Autores a respeito: http://www.sigep.cprm.gov.br/InstrucoesAutores.htm 
(**) Candidato a autor principal é o proponente relacionado no quadro 1.
Informar aqui somente candidatos a coautores que tenham efetivamente participado e de forma relevante nas pesquisas em ordem de importância, indicando Nome Completo, Instituição, curriculum Lattes, e-mail preferencial e mais permanente para comunicação com a SIGEP.
(***) esgotado o prazo definido pelo proponente sem submissão do capítulo (respeitadas as Instruções aos Autores), o sítio aprovado será elencado pela SIGEP como disponível a outros proponentes assumirem compromisso de descrição de acordo com os critérios atrás estipulados e com o preenchimento deste formulário.

5. TIPOLOGIA(s) DO SÍTIO (marque com XX o tipo mais característico do sítio e com X os demais):
[   ]Astroblema                 
[X]Estratigráfico              
[   ]História da Geologia, Mineração, Paleontologia..
[   ]Marinho-submarino  
[   ]Metamórfico                
[X]Paleoambiental           
[   ]Sedimentar                  
[   ]Outro(s):
[   ]Espeleológico  
[   ]Geomorfológico
[   ]Hidrogeológico (somente casos especiais e com outra tipologia significativa associada)
[   ]Ígneo
[   ]Metalogenético
[   ]Mineralógico
[XX]Paleontológico
[   ]Tectono-estrutural

Observação: [   ] Inclui vestígios arqueológicos  -  [   ] Interesse Histórico/Cultural

6. LOCALIZAÇÃO
a. Município(s)/UF:
Araripina/PE
b. Nome do local: distrito de
Rancharia - sítios Canastra, Torre Grande e Saúnas
c. Coordenadas geográficas (Lat/Long) do centróide da área do sítio:   
UTM: Zona 24: 9.152.944 N - 331.856 E [7°39'37.54"S - 40°31'27.87"W](Afloramento Saúnas)

Coordenadas dos vértices da poligonal: Zona: 24; (1) 331.803 E; 9.155.583 S [ 7°38'11.62"S - 40°31'29.30"W]; (2) 333.248 E; 9.155.225 S [7°38'23.44"S - 40°30'42.19" W]; (3) 332.263 E; 9.152.642 S[ 7°39'47.41"S -  40°31'14.63"W]; (4) 332.161 E; 9.146.174 S[ 7°43'18.44"S -  40°30'51.78"W]; (5) 332.986 E; 9.146.162 S[ 7°43'17.95"S - 40°31'18.71"W];. (6) 331.370 E; 9.152.652 S[ 7°39'46.98"S -  40°31'43.77"W]. Ver Figs. 1a e 1b.

Fig. 1a- Imagem de satélite com a localização dos geossítios Torre Grande, Saúnas e Canastra, distrito de Rancharia, Araripina, PE.

 

7. JUSTIFICATIVAS(*):

A Formação Santana no Estado de Pernambuco apresenta afloramentos fossilíferos com atributos científicos particulares, voltados à diversidade de elementos marinhos, quando comparados a outros conhecidos na Bacia sedimentar do Araripe. Os sítios Canastra, Torre Grande e Saúnas, situados no distrito de Rancharia, Araripina, apresentam estratos de calcarenitos com maior diversidade e melhor qualidade de preservação de equinóides, gastrópodes e bivalves de preferências ecológicas que evidenciam inquestionavelmente a transgressão marinha na parte superior da Fm. Santana, mostrando possível proximidade da conexão de uma laguna com o mar Albiano nessa porção oeste da bacia. Tal situação está relacionada ao registro da abertura do Oceano Atlântico no interior do continente.
Levando-se em conta esses aspectos paleontológicos e paleoambientais particulares dos geossítios Rancharia, consideramos que a área deve ser preservada pelos seus aspectos científicos e didáticos de alta relevância na história da fragmentação do supercontimente Gondwana.

A proposta faz parte de pesquisa, em desenvolvimento, de estágio pós-doutoral da primeira autora, com a supervisão do segundo autor.

(*)para a inclusão como PATRIMÔNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE - máximo de 150 palavras

8. BREVE DESCRIÇÃO DO SÍTIO(*):

Na porção oeste da Bacia Sedimentar do Araripe, extremo oeste do Estado de Pernambuco, o município de Araripina apresenta importantes afloramentos fossilíferos da Formação Santana, quer seja pela atividade mineradora para extração da gipsita ou não. Nesse trecho, a bacia mostra sequência sedimentar incompleta, encontrando-se as formações Santana (Camadas Ipubí e Membro Romualdo), Araripina e Exu (sensu Assine, 2007). Na paisagem, a Formação Santana é observada na média ou baixa escarpa da chapada arenítica (Formação Exu). As Camadas Ipubí (gipsita) são mais espessas, daí ser essa região responsável por mais de 85% da produção de gesso do país (Polo Gesseiro do Araripe). Durante o processo de extração da gipsita, grande quantidade de concreções fossilíferas (Membro Romualdo) é exposta, favorecendo a descoberta de novos achados, ao mesmo tempo em que os torna vulneráveis, como comentado por Kelnner (2002). O paleoambiente das Camadas Ipubí tem sido interpretado como característico de ambientes costeiros (supramaré), sujeitos a variações relativas do nível do mar, em condições de clima árido. Já para o Membro Romualdo, consideram-se ambientes costeiros mixohalinos (estuários e lagunas) com influência marinha no topo da unidade (Fig.2). Acima do nível das concreções fossilíferas, destaca-se a existência de camadas de coquinas com presença de equinóides e moluscos marinhos, interpretados por Sales, 2005 como tempestitos e superfície de inundação máxima da sequência transgressiva.

Figura 2- Seção Estratigráfica esquemática da Fm Santana na região de Rancharia, Araripina PE.

A reconstrução paleogeográfica nesse intervalo de tempo (Eoalbiano) é matéria controversa, tendo já sido aventados e discutidos os sentidos de ingressão marinha na Formação Santana a partir das bacias Sergipe-Alagoas (S-SE), Potiguar (N-NE) e do Parnaíba (O-NO) (Mabesoone & Tinoco, 1973; Martill, 2007, Assine, 2007).
Os bancos calcários coquinóides de Rancharia, Araripina, constituem o melhor registro de macrofósseis, testemunho do alcance da transgressão marinha no interior do nordeste brasileiro, sugerindo a ligação com o mar a oeste-noroeste da bacia, com conexão com a Formação Codó da Bacia do Parnaíba (Beurlen, 1963, 1966, Braun, 1966; Beurlen & Mabessone, 1969; Beurlen, 1971; Lima, 1978 e 1979; Arai et al., 1994; Viana,
1990, Berthou et al. 1990 e Sales, 2005.
Esses depósitos residuais são encontrados em várias regiões da bacia, porém os melhores afloramentos estão em Pernambuco, sendo essa, uma particularidade da Formação Santana nesse estado, em especial no distrito de Rancharia, Araripina. Os três afloramentos situam-se na média e baixa escarpa do flanco SW da Bacia do Araripe, seguindo por uma estrada de terra que sai de Araripina, no sentido N-SW, e segue pelas fazendas Canastra, Saúnas e Torre Grande, distando entre elas cerca de 10 km mais ou menos alinhados no sentido N-S, em uma área de 10 km2 (10 x 1 km) ao longo da escarpa oeste da bacia do Araripe, podendo-se considerar o centroide em Saúnas (9152944-331856). Ver imagem de setélite no final do texto.
Os afloramentos dos sítios Torre Grande e Canastra foram citados inicialmente por Beurlen, 1962, seguido por Beurlen 1963, 1964 e 1966; Beurlen & Mabesoone, 1969; Beurlen, 1971; Martill, 1993; Sales et al., 2002, 2003a, 2003b, 2005; Assine 2007 e Martill, 2007. O sítio Saúnas foi identificado recentemente a partir de trabalhos de campo para inventário dos sítios fossilíferos no minicípio de Araripina (Barreto et al., 2012). Os sítios são apresentado resumidamente abaixo.

 Geossítio Canastra  
Caracterizado pela ocorrência de Equinóides irregulares (Faujasia araripensis, Beurlen, 1963 e Pigurus (Equinopygurus) tinocoi, Beurlen, 1963) em bancos calcários. Tem importância estratigráfica e paleontológica por representar níveis que evidenciam inquestionavelmente a transgressão marinha na parte superior da Fm. Santana, mostrando possível proximidade da conexão de uma laguna com o mar albiano nessa porção sudoeste da bacia. Nesse afloramento as carapaças encontram-se predominantemente inteiras com características de jazigos autóctones e paraautóctones (Foto-1), diferentemente de outras ocorrências de equinoides na bacia do Araripe. A preservação se deu por recristalização e preservação de partes duras. O geossítio dista cerca de 2 km da cidade de Araripina e tem extensão inferior a 10 hectares, situando-se na média encosta da chapada do Araripe. Ictiólitos com Vinctifer e Tharrias são também observados na porção basal do geossítio. Situa-se a 2 km do Geossitio Saúnas e a cerca de 8 km do Geossítio Torre Grande.

Geossítio Saúnas
Melhor exemplo de fauna de invertebrados marinhos com gastrópodes e bivalves, estes últimos, ainda indeterminados. Os gastrópodes são predominantes e sua diversidade abrange seis famílias: Cerithiidae (Cerithium sp.; Hemicerithium sp.), Aporrhaidae (Aporrhais sp.), Epitoniidae (Epitonium sp., Lunatia sp., Ampulina sp.), Neritidae (Neritoma sp.), Naticidae (Natica sp., Polinices sp.), Scalidae (Scala sp., Turiscala sp.) (Foto 2). Também tem importância estratigráfica e paleontológica por representar influência marinha na parte superior da Fm. Santana. Os fósseis de bivalves e gastrópodes encontram-se na forma de preservação parcial e recristalização das carapaças. A identificação taxonômica no momento é conhecida no nível de gênero ou de família, carecendo de mais estudos sistemáticos. O geossítio situa-se na média encosta e está relacionado com relevos ruinifoirmes (pináculos) da chapada do Araripe. Tem uma extensão entre 1 e 10 hectares e dista cerca de 3 km de Araripina. Situa-se a 6 km da Fazenda Torre Grande.

 Geossítio Torre Grande (PE)
Geossítio que se destaca pela presença de gastrópodes marinhos Naticidae com maiores tamanhos (chegando a 10 cm) e Epitoniidae esua associação com equinóides (Faujasia). A preservação dos fósseis se deu por recristalização e preservação de partes duras. O geossítio localiza-se também na média encosta da chapada, onde são observadas na paisagem grandes mesetas (torres) de arenito, e tem uma extensão entre 10 e 100 hectares. Ictiólitos são observados na porção basal da seção do geossítio

 Será apresentada a comissão do SIGEP a descrição dos três geossitios que envolvem uma área de cerca 10 km2 de maior interesse para os invertebrados marinhos da Bacia sedimentar do Araripe, juntamente com medidas iniciais para nortear as estratégias de geoconservação do Patrimônio Fossilífero do Araripe pernambucano.
O inventário dos geossítios conterá o posicionamento geográfico, geológico, registro fotográfico, informações de sistemática, tafonomia e paleoecologia dos fósseis. Será avaliada a relevância científica de cada geossítio levando-se em conta critérios como abundância/raridade, extensão, grau de conhecimento científico, diversidade fossilífera e estado de conservação. Será também feita uma avaliação do potencial de uso educativo, assim como da vulnerabilidade de cada geossítio (Brilha, 2005).

(*)Máximo de 1.000 palavras. Anexar ao e-mail até 2 fotos (máximo 500 kbytes cada) significativas do sítio e, se disponíveis, links ou até capítulo de tese ou de artigo do proponente sobre o sítio

9. VULNERABILIDADE DO SÍTIO A ATIVIDADES DE MINERAÇÃO OU DEGRADAÇÃO AMBIENTAL(*):

 O distrito de Rancharia apresenta intensa atividade de mineração a céu aberto para a extração de gipsita, porém, os geossítios a serem apresentados localizam-se fora das áreas de mineradoras ativas. Neles atualmente notam-se as atividades de pecuária ou agricultura de sobrevivência. O proprietário do geossítio Canastra reconhece a importância paleontológica e tem interesse em colaborar com a preservação do patrimônio. Os proprietários dos demais geossítios desconhecem o valor cientifico do local.

(*)Caso o sítio esteja sob riscos iminentes ou já existentes de depredação ou de destruição natural, informe sucintamente quais são e as causas

10. SITUAÇÃO ATUAL DE CONSERVAÇÃO E ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA PROTEÇÃO:

 No momento, desconhecem-se ações para conservação da área que tem como órgão federal responsável pela fiscalização o Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM. 

11. BIBLIOGRAFIA REFERENTE AO SÍTIO PROPOSTO ORDENADA POR DATA(*):

A bibliografia inclui fósseis nominados (coletados) em Pernambuco.

Beurlen, K. (1962). Geologia da Chapada do Araripe. Anais da Academia Brasileira de Ciências. Vol. 34: 3 Rio de janeiro. 365-370

Beurlen, K.(1963). Geologia e Estratigrafia da Chapada do Araripe. In: XVII Congresso Nacional de Geologia. Recife, Pernambuco. Novembro de 1963. SUDENE. pp 47.

Beurlen, K. (1964) As espécies dos Cassiopinae, nova Subfamília dos Turritellidae, no Cretáceo do Brasil. Arq. Geol., Escola de Geolo., Univers. Recife, 5: 1-14. 1964.

Beurlen, K. (1966). Novos Equinóides no Cretáceo do Nordeste do Brasil. Escola de Geologia, Recife, PE. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 38 (3/4): 455-464.

Braun, O.P.G. (1966). Estratigrafia dos sedimentos da parte interior da região nordeste do Brasil (bacias de Tucano-Jatobá, Mirandiba-Araripe). Rio de Janeiro. Brasil. Divisão de Geologia e Mineralogia. Boletim 236, 75 p.

Beurlen, K. & Mabesoone, J.M. (1969). Bacias Cretáceas Intracontinentais do Nordeste do Brasil. Not. Geomorfol., Dez. 1969.9(18): 19-34

Beurlen, K. (1971). As condições ecológicas e faciológicas da Formação Santana na Chapada do Araripe (Nordeste do Brasil). Instituto de Geociências, Universidade Federal de Pernambuco. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 43: 411-415.

Mabesoone, J. M. and Tinoco, I. M. (1973). Palaeoecology of the aptian Santana formation (North Eastern Brazil). Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, 14, 97-118.

Lima, M.R.. (1978). Palinologia da Formação Santana (Cretáceo do Nordeste do Brasil). Tese de Doutoramento. Universidade de São Paulo, 335 p.

Lima, M. R. (1979). Paleontologia da Formação Santana (cretáceo do Nordeste do Brasil): estágio atual de conhecimentos: An. Acad.Brasil.Ciênc (1979)51(3).

Oliveira, A. A.; Brito, A.L.F.; Santos, M. E. Carvalho, M. S. S., (1979). Projeto Chapada do Araripe. Recife, DNPM/CPRM. 5 vols. (Relatório Final).

Berthou, P-Y; Viana, M. S. S.; Campos. D.A. (1990). Coupe de la formation Santana dans le secteur de “ Pedra Branca” (Santana do Carirí) (Bassin d’Araripe, NE du Brésil). Contribuition a l’étude de la sédimentologie et des paleoenvinnements. In: SIMPÓSIO SOBRE A BACIA DO ARARIPE E BACIAS INTERIORES DO NORDESTE,  1. Crato, 1990. Atas... Crato, DNPM. p. 173-189.

Viana, M. S. S. & Cavalcanti, V. M. M. (1990). Localidades e conteúdo fossilífero da Bacia do Araripe, Nordeste do Brasil. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 36. Natal, 1990. Anais... Natal, SBG. v.1, p. 476-489

Martill, D. M. (1993). Fossils of the Santana and Crato Formations, Brazil. London, The Paleontological Association. 159p. (Field Guides to fossils 5).

Arai, M., Lana, C.C., Pedrão, E., (1994). Ecozona Subtilisphaera spp.: registro eocretáceo de um importante episóio ecológico do Oceano Atlântico primitivo. Acta Geologica Leopoldensia 17, 521 - 538.

Sales, A. M. F.; Ghilardi, R. P.; Lima-Filho, F. P.(1999). Sobre as coquinas calcáreas do Membro Romualdo, Formação santana (Cretáceo) Bacia do Araripe, uma contribuição estratigráfica. In: X Congresso Brasileiro de Paleontologia, 1999, Crato. X Congresso Brasileiro de Paleontologia. Crato: SBP, 1999. v. 1. p. 93-93.

Sales, A. M. F.; Simões, M. G.(2000). Tafonomia como suporte a estudos estratigráficos: exemplo das concentrações fossilíferas de invertebrados da Formação Santana (Cretáceo da Bacia do Araripe, NE do Brasil. In: PALEO-2000-SP, 2000, Botucatu. PALEO-2000-SP. Botucatu : UNESP, 2000. v. 1. p. 17-17.

Sales, A. M.F; Simões, M.G.; Ghilardi, R. P. (2001). Macroinvertebrate fossil localities of the Romualdo Member (Cretaceous, Albian) from Santana Formation, Araripe Basin, and their paleogeographic significance. In: Paleo-2001, Reunião Anual da SBP, 2001, Rio Claro, SP. Boletim de Resumos, 2001. p. 16-16.

Kellner, A. W. A. 2002. Membro Romualdo da Formação Santana, Chapada do Araripe, CE – Um dos mais importantes depósitos fossíliferos do Cretáceo brasileiro SIGEP 6 In.: SCHOBBENHAUS, C.; CAMPOS, D. A.; QUEIROZ, E. T.; WINGE, M.; BERBET-BORN, M. L. C. (Edits.) Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil. 1. ed. Brasília: DNPM/CPRM – Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleontológicos (SIGEP), 2002. V. 01: 121-130.

Sales, A. M. F. ; Simões, Marcello Guimarães ; Anneli, Luís Eduardo . Bringing Color To The Fossil Record: Color Pattern On The Cretaceous Gastropod Natica Sp., Araripe Basin, Brazil. In: Paleo 2002, SBG, Núcleo São Paulo, PPG-GSA-IGc-USP, 2002, São Paulo, SP. Boletim de Resumos e CD-ROM, 2002. p. 19-19.

Sales, A. M. F.; Simões, M. G.; Andrade, J. A. F. G. de (2003a). Concentração coquinóide de Microinvertebrados Fósseis (Moluscos) da Formação Santana (Cretáceo), Região de Araripina, SW da Bacia do Araripe. In: Congresso Brasileiro de Paleontologia, 18, 2003, Brasília, DF...Boletim de Resumos. SBG/UNB: Brasília: 2003, p. 248-249.

Sales. A. M. F.; Simões, M. G. & Andrade, A. F. G. 2003b. Comparative Taphonomy of Pygurus Tinocoi an Irregular Echinoid of the Santana Formation (Cretaceous), Araripe Basin, Brazil. XVIII Congresso Brasileiro de Paleontologia. Boletim de Resumos, 246-247.

Sales, A. M. F. 2005. Análise tafonômica das ocorrências fossilíferas de Macroinvertebrados do Membro Romualdo (Albiano) da Formação Santana, Bacia do Araripe, NE do Brasil: Significado Estratigráfico e Paleoambiental. Tese de doutorado. Universidade de São Paulo. 131p.

Brilha, J.B.R. 2005. Patrimônio geológico e Geoconservação: a conservação da natureza na sua vertente geológica. Braga: Palimage Editores. 2005.190p.

Assine, M. 2007. Bacia do Araripe. B. Geoci. Petrobras, Rio de Janeiro, v.15,n 2,p. 371-389 maio/nov 2007.

Martill, D. 2007. The age of the Cretaceous Santana Formation fossil Konservat Lagersta¨tte of north-east Brazil: a historical review and an appraisal of the biochronostratigraphic utility of its palaeobiota Cretaceous Research 28 (2007) 895-920 p.

Barreto, A. M. F.; Brilha, J.B.R.; Sales, A.M.F. & Almeida, J.A.C. 2012 no prelo. Patrimônio paleontológico e geoconservação da Formação Santana, Cretáceo Inferior da Bacia do Araripe, Pernambuco e Piauí, Nordeste do Brasil. Memórias e Notícias: Geociências no Espaço Lusófono. Universidade de Coimbra. 1-8p.

(*)assinalar em destaque trabalhos dos candidatos a autor e co-autor

12. FOTO E SINOPSE DO CURRICULUM VITAE DO(S) CANDIDATO(S) A AUTOR(ES)(*):

Alcina Magnólia Franca Barreto - Nascida em Recife-PE (1957), geóloga pelo Departamento de Geologia da Universidade Federal de Pernambuco (1983), com mestrado (1993) e doutorado (1997) em Geologia Sedimentar, pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. É professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal de Pernambuco e do Programa de Pós-Graduação em Geociências. Leciona, orienta e faz pesquisas nas áreas de Paleontologia e Geologia do Quaternário. É pesquisadora do CNPq.

 

 

 

José Bernardo Rodrigues Brilha é licenciado em Geologia-Ramo Científico (Universidade de Coimbra, 1987) e doutorado pelas Universidades do Minho e Poitiers (1997). É Professor Associado da Escola de Ciências da Universidade do Minho, Director do Centro de Ciências da Terra e Director do Curso de Mestrado em Património Geológico e Geoconservação da mesma instituição. É membro do Executive Committee da ProGEO (European Association for the Conservation of the Geological Heritage) e editor da revista internacional Geoheritage (Springer). Dedica-se, actualmente, a desenvolver trabalhos, de investigação fundamental e aplicada, na área da geoconservação, em Portugal e no estrangeiro.

 

 

 

Alexandre Magno Feitosa Sales – Natural de Fortaleza, CE, BR (1969), geólogo pelo DEGEO da Universidade Federal do Ceará (UFC) (1996), com mestrado (2000) e doutorado (2005) em Geologia Sedimentar, pelo IGC da Universidade de São Paulo (USP). É professor adjunto do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri (URCA) onde leciona Geologia e Paleontologia. Foi um dos idealizadores e fundadores do Geopark Araripe (CE, BR). Tem interesse em paleontologia, educação em geociências, turismo científico e geoparques

 

 

 

José Augusto Costa de Almeida é graduado em Geologia pela Universidade Federal da Paraíba (1989); mestre em Geolgia Sedimentar (2000) e doutor em Geolgia Sedimentar e Ambiental pela mesma instituição. Como paleontólogo, é especialista em moluscos da passagem Cretáceo-Paleógeno e icnofósseis resultantes de atividades bioerosivas. Desde os anos 90, tem se dedicado à organização e montagem de coleções científicas e museológicas de paleontolgia. Foi o paleontólogo responsável pela estruturação do Centro de Visitação do Vale dos Dinossauros no sertão da Paraíba. Atualmente dedica-se à edição de um livro sobre a paleontologia paraibana.

 

 

 

 

(*)Sinopse do currículo do candidato a autor e de coautores que efetivamente participaram de pesquisas sobre o sítio. Cada "minicurrículo", acompanhado de uma fotografia pequena tipo 3x4, atualizada e de qualidade, .deverá ter no máximo 120 palavras,  incluindo o nome completo do autor, e abordar atividades, áreas e programas de atuação profissional mais importantes destacando, se possível, aspectos relacionados com pesquisas em áreas de preservação geológica. Constituirá apêndice do artigo se a candidatura for aprovada e o artigo aceito para publicação.

RESERVADO À SIGEP:
DATA APROVAÇÃO DA PROPOSTA:  23/04/2012         -   MINUTA PREVISTA PARA:    23/10/2012       
 

De: Manfredo Winge <mwinge@terra.com.br>
Para: Ariadne do Carmo Fonseca <revistadegeologia@yahoo.com.br>
Enviadas: Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012 0:28
Assunto: ENC: GEOSSSÍTIO PROPOSTO - Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - CRITIQUE/COMENTE
 

Prezado colega geocientista,
 
    veja e avalie a nova proposta de sítio geológico candidato a Patrimônio Natural da Humanidade:
 
Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE 
Proposta de: Alcina Magnólia Franca Barreto; José Bernardo Rodrigues Brilha; Alexandre Magno Feitosa Sales; José Augusto Costa de Almeida
 
 
         Propostas de sítios brasileiros com o compromisso de sua descrição científica sistematizada, com vistas a compor base de dados de nossos MONUMENTOS GEOLÓGICOS, vem sendo submetidas através de formulário padronizado como é o caso desta proposta.
 
Tais propostas são disponibilizadas na Internet  para conhecimento e avaliação pela comunidade geocientífica. Comentários, a favor e contra, sugestões e críticas pertinentes, juntamente com as réplicas e tréplicas, são veiculadas tambem na mesma página da proposta.
 
Cabe destacar que, atendendo solicitação do DNPM, a SIGEP solicitou aos autores de sítios (publicados ou com propostas aprovadas), que encaminhem propostas de ÁREAS DE PROTEÇÃO DOS GEOSSÍTIOS. Áreas já sugeridas podem ser acessadas em:
 
Propostas já aprovadas, mas carecendo de autores para descrever os sítios, podem ser vistas no quadro: http://www.unb.br/ig/sigep/quadro.htm#2.   Se você estudou algum desses sítios ou tenha outro a propor e esteja interessado em preparar artigo descrevendo-o para ser publicado, acesse a página abaixo e preencha o formulário:
   
         A SIGEP está recebendo, também, SUGESTÕES EM CARÁTER PRELIMINAR de sítio(s) que o colega julgue que deva ser preservado como monumento geológico, mesmo que no momento não tenha realizado pesquisas suficientes para assumir o compromisso de sua descrição com artigo científico. 
Antes de propor formalmente – via formulário - qualquer novo sítio, veja se ele atende aos pré-requisitos definidos na página de acesso ao formulário. Veja também se ele já não foi elencado em:
 
A SIGEP (*) aguarda seus comentários, críticas e sugestões à proposta acima.
 
Comissão EDITORIAL da SIGEP
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        (*) A SIGEP objetiva o INVENTÁRIO de sítios geológicos e paleontológicos a serem preservados  como PATRIMÔNIO GEOLÓGICO DO BRASIL.
Isto é feito em dois momentos principais: o primeiro  corresponde à proposição de um sítio  que deve ser feita por quem o estudou e o conhece bem, proposição essa submetida, como é o caso presente, à análise e avaliação pela comunidade geocientífica; o segundo momento, se aprovada a proposta, é o de descricão do sítio pelo(s) proponentes na forma de artigo científico que inclui informações sobre a vulnerabilidade e medidas de proteção existentes e recomendadas para sítio. As instruções detalhada para os autores podem ser vistas em http://www.unb.br/ig/sigep/InstrucoesAutores.htm.
 
Os artigos aprovados compõem, assim, base de dados amplamente divulgada e disponibilizada em livros e na Internet, em português e em inglês, que serve de guia seguro aos setores competentes governamentais e interesses privados para implementação de medidas visando a preservação /geoconservação  adequada dos nossos monumentos naturais com vistas, também, à seleção de sítios a serem propostos à UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade.
 
Constitui-se, assim, esse inventário em um arquivo em permanente desenvolvimento (“open ended file”), sendo que cada artigo aprovado sobre um sítio constitui ou constituirá um capítulo de livro "SÍTIOS GEOLÓGICOS E PALEONTOLÓGICOS DO BRASIL" cujo volume I já foi publicado com cinquenta e oito sítios e o volume II, com quarenta sítios, já está em fase final de diagramação para ser impresso.
 
Os artigos dos sítios já publicados podem ser acessados em: http://www.unb.br/ig/sigep/sitios.htm
ou "linkados" via mapa de localização no Brasil em: http://www.unb.br/ig/sigep/mapindex/mapindex.htm
 => favor repassar a geocientistas de sua lista de e-mails

 

COMENTÁRIOS, CRÍTICAS E SUGESTÕES DA SIGEP
E DA COMUNIDADE GEOCIENTÍFICA
E RÉPLICAS DO PROPONENTE


De: Carlos Schobbenhaus Filho [mailto:carlos.schobbenhaus@cprm.gov.br]
Enviada em: segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 17:19
Para: proponentes
Cc: SIGEP
Assunto: Re: RES: Submissão de proposta de sitio paleontológico - Fósseis Invertebrados de Rancharia, Araripina, PE

Prezados proponentes,

A iniciativa da apresentação de  uma proposta de descrição de geossítio no contexto da SIGEP, situado no flanco sul da Chapada do Araripe, deve ser aplaudida, uma vez que em sua parte norte,  diversos e importantes geossítios já haviam sido descritos, a maioria relacionada ao Geoparque Araripe.
Com relação à proposta apresentada, tenho algumas observações e sugestões a fazer:

1. Nas imagens do Google Earth que mostram a locação da área de Rancharia sugiro apresentar uma escala gráfica;
2. A localidade de Rancharia, que dá o seu nome à proposta, não aparece nas imagens;
3. Na porção norte da primeira imagem aparecem grandes áreas de tons mais claros (ações antrópicas?), que admito resultarem da mineração de gipsita. Se este for de fato o caso, isso seria interessante registrar na imagem, pois mostra claramente que a área  proposta não está inserida em atividades mineiras;
4. Reitero a sugestão do colega Manfredo, ou seja, que as 3 exposições da Formação Santana  que caracterizam a área de Rancharia, sejam tratadas como um único geossítio.  Numa etapa posterior, essas informações poderão ser inseridas pelos autores  na base de dados GEOSSIT da CPRM  que permite, através de senhas,  o cadastramento e a quantificação automática dos geossítios (veja anexo). O GEOSSIT está em fase de implantação no País e deverá ser incorporado ao Sistema GEOBANK da CPRM.

Att.
Carlos Schobbenhaus
Representante da CPRM na SIGEP

Anexo de e-mail:

APLICATIVO PARA CADASTRAMENTO E QUANTIFICAÇÃO DE GEOSSÍTIOS

Eder Reis Lima (1) (eder.lima@cprm.gov.br)
Antonio José Dourado Rocha (1)  (dourado@sa.cprm.gov.br)
Carlos Schobbenhaus(2) (schobben@df.cprm.gov.br)

 O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) desenvolve atualmente o Projeto Geoparques, que objetiva a identificação e a descrição geológica de áreas que possuem as características exigidas para implantação de um geoparque, observando os critérios da UNESCO.        Esse trabalho abrange, dentre outras, as seguintes atividades: a) cadastramento de geossítios – realizado com utilização da ficha elaborada pelo PROGEO (The European Association for the Conservation of the Geological Heritage), com as adaptações necessárias; b) quantificação de geossítios – realizada de acordo com a metodologia proposta por Uceda (2000), modificada por Brilha (2005) e por Pereira & Brilha (2008), com as adaptações necessárias aos trabalhos do projeto.   Para permitir a alimentação de um banco de dados sobre essas duas atividades foi desenvolvido um aplicativo web, mediante utilização das seguintes ferramentas de software livre: linguagem de programação PHP 5.3 e banco de dados MySQL 5.1. Esse aplicativo permite o cadastramento e a quantificação automática dos geossítios, além de pesquisa por: a) região (estado e município); b) coordenadas geográfica; c) tipo de rocha; d) profissional responsável pelo cadastramento; e) data de preenchimento; f) interesse técnico e possível utilização; g) nota resultante da quantificação; h) abrangência da classificação do interesse (regional, nacional e internacional); e i) graus de interesse para fins didático, científicos e turístico / recreativo. O propósito dessa apresentação é incentivar o intercambio técnico com outros aplicativos que estejam em uso por outras instituições, de modo a permitir o desenvolvimento de um modelo que poderia ser adotado pelas entidades interessadas.

(1)                 Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
Av. Ulysses Guimarães 2862 – Sussuarana / CAB - Salvador – BA - 41213-000
(2)                 (2) Serviço Geológico do Brasil (CPRM) SGAN Quadra 603 Conjunto J Parte A - 1° Andar Brasília – DF - 70830-030


De: Celia Regina de Gouveia Souza [mailto:celiagouveia@gmail.com]
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 12:53
Para: Manfredo Winge
Cc: Alcina Magnólia Barreto; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alexandre Magno Feitosa Alves; José Augusto Costa de Almeida; José Bernardo Rodrigues Brilha; Antonio Carlos Sequeira Fernandes; Carlos Fernando de Moura Delphim; Carlos Schobbenhaus; Cassio Roberto da Silva; Célia Regina de Gouveia Souza; Celma do Carmo Souza Pinto; Clayton Ferreira Lino; Cristiano Fernandes Ferreira; Diogenes de Almeida Campos; Diogenes de Almeida Campos; Emanuel Teixeira de Queiroz; Gilberto Ruy Derze; Irma Tie Yamamoto; João Wagner de Alencar Castro; Jocy Brandão Cruz; José Carlos Ribeiro Reino; José Eloi Guimarães Campos; Leonardo José Cordeiro Santos; Marcello Guimarães Simões; Max Cardoso Langer; Mylène Luíza Cunha Berbert-Born; Ricardo Latgé Milward de Azevedo; Rogério Loureiro Antunes; Sidney Ribeiro Gonzalez; Vanda Carneiro deClaudino Sales; Wagner Souza Lima; William Sallun Filho

Assunto: Re: GEOSSSÍTIO PROPOSTO - Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - CRITIQUE/COMENTE

Caros,
Aprovo a proposta, tanto em termos de importância do sítio, do potencial de conservação e da qualificação dos proponentes.
Abs.,
Celia
ABEQUA 


De: Manfredo Winge [mailto:mwinge@terra.com.br]
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 16:05
Para: Alcina Magnólia Franca Barreto (alcina@ufpe.br); Alcina Magnólia Franca Barreto (alcinabarreto@gmail.com); Alexandre Magno Feitosa Alves (amfsales@uol.com.br); José Augusto Costa de Almeida (paleoprofessor@gmail.com); José Bernardo Rodrigues Brilha (jbrilha@dct.uminho.pt)
Cc:SIGEP plena

Assunto: ENC: Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - VOTO DA SBG
Prezada Alcina e demais proponentes,
temos o mesmo ponto de vista da colega Célia, representante da ABEQUA, de aprovação da proposta e dos colegas que se propõem a descrever o sítio de acordo com as instruções da SIGEP.
Este sítio corresponde a pelo menos tres afloramentos distintos (Canastra, Saúnas e Torre Grande) no que se assemelha com outros sítios (p.ex: sitio 028: Peirópolis e Serra da Galga), com afloramentos esparsos mas concernentes às mesmas tipologia e idade e com associações fossilíferas correlacionadas.
Lembro que, nestas circunstâncias, ao visarem definir as ÁREAS DE PROTEÇÃO (agora requeridas nas instruções), seria interessante considerarem a possibilidade de serem definidas sub-áreas de proteção do mesmo sítio para que as demais áreas do sítio sem fósseis sejam liberadas para a mineração e outras eventuais ações antrópicas (cortes de estradas, açudes, etc..).
Assim o voto da SBG é favorável à proposta.
Sds
Manfredo
c/c SIGEP plena
Manfredo Winge
Representante da SBG na SIGEP


De: Carlos Schobbenhaus Filho [mailto:carlos.schobbenhaus@cprm.gov.br]
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 21:57
Para: Proponentes
Cc: SIGEP
Assunto: Re: Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - VOTO da CPRM

Prezada Alcina e demais proponentes,
Reiterando o que já expus em mensagem anterior,informo que sou favorável à proposta.

Carlos Schobbenhaus
Representante da CPRM na SIGEP


De: fernande fernande [mailto:fernande@acd.ufrj.br]
Enviada em: quinta-feira, 8 de março de 2012 15:12
Para: Carlos Schobbenhaus Filho
Cc: Manfredo Winge; Antonio Carlos Sequeira Fernandes; Carlos Fernando de Moura Delphim; Cassio Roberto da Silva; Célia Regina de Gouveia Souza; Célia Regina de Gouveia Souza; Celma do Carmo Souza Pinto; Clayton Ferreira Lino; Cristiano Fernandes Ferreira; Cristina Prando Bicho; Diogenes de AlmeidaCampos; Diogenes de Almeida Campos; Emanuel Teixeira de Queiroz; Gilberto Ruy Derze; Irma Tie Yamamoto; João Wagner de Alencar Castro; Jocy Brandão Cruz; José Carlos Ribeiro Reino; José Eloi Guimarães Campos; Leonardo José Cordeiro Santos; Marcello Guimarães Simões; Max Cardoso Langer; Mylène Luíza Cunha Berbert-Born; Ricardo Latgé Milward de Azevedo; Rogério Loureiro Antunes; Sidney Ribeiro Gonzalez; Vanda Carneiro deClaudino Sales; Wagner Souza Lima; William Sallun Filho; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alexandre Magno Feitosa Alves; José Augusto Costa de Almeida; José Bernardo Rodrigues Brilha
Assunto: Re: Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - VOTO da CPRM

Prezados colegas,

considero a proposta bem apresentada e digna de ser aprovada pela SBP.
Atenciosamente,
Antonio Carlos S. Fernandes (Representante da SBP na SIGEP)


De: Emanuel Teixeira de Queiroz [mailto:Emanuel.Queiroz@dnpm.gov.br]
Enviada em: sexta-feira, 9 de março de 2012 16:55
Para: Manfredo Winge; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alexandre Magno Feitosa Alves; José Augusto Costa de Almeida; José Bernardo Rodrigues Brilha
Cc: Antonio Carlos Sequeira Fernandes; Carlos Fernandode Moura Delphim; Carlos Schobbenhaus; Cassio Roberto da Silva; 'Célia Regina de Gouveia Souza'; 'Célia Regina de Gouveia Souza'; Celma do Carmo Souza Pinto; 'Clayton Ferreira Lino'; Cristiano Fernandes Ferreira; Cristina Prando Bicho; 'Diogenes de Almeida Campos'; Diógenes de Almeida Campos; Gilberto Ruy Derze; Irma Tie Yamamoto; 'João Wagner de Alencar Castro'; Jocy Brandão Cruz; José Carlos Ribeiro Reino; 'José Eloi Guimarães Campos'; Leonardo José Cordeiro Santos; 'Marcello Guimarães Simões'; 'Max Cardoso Langer'; Mylène Luíza Cunha Berbert-Born; 'Ricardo Latgé Milward de Azevedo'; Rogério Loureiro Antunes; 'Sidney Ribeiro Gonzalez'; Vanda Carneiro de Claudino Sales; 'Wagner Souza Lima'; 'William Sallun Filho'
Assunto: RES: Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - VOTO Da Representação do DNPM na SIGEP

Manfredo e demais colegas,
Repasso as ponderações da Paleontóloga Irma Yamamoto (mensagem abaixo) e manifesto, também, concordância pela aprovação da proposta de sítio “Fósseis Invertebrados de Rancharia, Araripina/PE” para inclusão na SIGEP.

Att.,
Emanuel Teixeira de Queiroz
Representante do DNPM na SIGEP

De: Irma Tie Yamamoto
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 17:38
Para: Emanuel Teixeira de Queiroz
Assunto: ENC: GEOSSSÍTIO PROPOSTO - Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE - CRITIQUE/COMENTE

Prezado Dr. Emanuel,
Segue abaixo a minha avaliação da proposta:
A distribuição dos fósseis marinhos, restritos à extremidade ocidental da Bacia do Araripe, descobertos e descritos (equinóides) pelo geólogo/paleontólogo K. Beurlen em Araripina (distrito de Rancharia), torna o geossítio localizado no estado de Pernambuco relevante.
Os autores apresentam os afloramentos dos sítios Torre Grande, Saúnas e Canastra que envolve uma área de 10 km2. No meu entendimento, seria mais interessante se houvesse três áreas menores, cada uma com a poligonal do sítio correspondente, que contenha o atributo notável para preservação.
Com relação ao item 10 (situação atual de conservação e órgão responsável pela proteção) esclareço que a legislação em vigor atribui ao DNPM competência para autorizar e fiscalizar a coleta de fósseis (sendo que as instituições científicas públicas apenas comunicam previamente ao DNPM a coleta de fósseis). O DNPM tem também atribuição de promover a proteção de depósitos fossilíferos, no entanto, carecem-lhe os instrumentos legais necessários para adoção de ações e medidas específicas e efetivas para a proteção de sítios de valor paleontológico, como por exemplo realizar o tombamento de sítio de valor paleontológico de competência do IPHAN ou na criação de Monumento Natural por ato do Poder Público (Lei do SNUC).
Sugiro a aprovação da proposta.

Att.,
Irma Tie Yamamoto
Representante do DNPM na SIGEP


De: Celma do Carmo Souza Pinto [mailto:celma.souza@iphan.gov.br]
Enviada em: terça-feira, 13 de março de 2012 16:20
Para: Emanuel Teixeira de Queiroz; Manfredo Winge; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alexandre Magno Feitosa Alves; José Augusto Costa de Almeida; José Bernardo Rodrigues Brilha
Cc: Antonio Carlos Sequeira Fernandes; CarlosFernando de Moura Delphim; CarlosSchobbenhaus; Cassio Roberto da Silva; 'Célia Regina de Gouveia Souza'; 'Célia Regina de Gouveia Souza'; 'Clayton Ferreira Lino'; Cristiano Fernandes Ferreira; CristinaPrando Bicho; 'Diogenes de Almeida Campos'; Diógenes de Almeida Campos; Gilberto Ruy Derze; Irma Tie Yamamoto; 'João Wagner de Alencar Castro'; Jocy Brandão Cruz; José Carlos Ribeiro Reino; 'José Eloi Guimarães Campos'; Leonardo José Cordeiro Santos; 'Marcello Guimarães Simões'; 'Max Cardoso Langer'; Mylène Luíza Cunha Berbert-Born; 'Ricardo Latgé Milward de Azevedo'; Rogério Loureiro Antunes; 'Sidney Ribeiro Gonzalez'; Vanda Carneiro de Claudino Sales; 'Wagner Souza Lima'; 'William Sallun Filho'
Assunto: RES:Posicionamento Iphan - Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE

Aos integrantes do Sigep,

Alcina Magnólia Franca Barreto; José Bernardo Rodrigues Brilha; Alexandre Magno Feitosa Sales; José Augusto Costa de Almeida apresentam proposta para preservação do Sítio Fósseis Invertebrados de Rancharia, Araripina, em Pernambuco, como patrimônio natural da humanidade. O sítio mencionado é composto por três sítios distintos Canastra, Torre Grande e Saúnas, situados no distrito de Rancharia, Araripina, e possuidores de grande importância paleobiológica, paleoambiental e estratigráfica. 
Embora os autores não façam referência a outros valores do Sítio, o Iphan tem o máximo interesse na preservação desses locais tão singulares e de tamanha importância científica, reconhecendo neles o valor cultural, pois também se referem à história da evolução do nosso planeta e, por isso, extrapolam seu valor científico.  É recomendável que a sociedade civil ou científica tome iniciativas que possam provocar a ação do órgão responsável pelo patrimônio cultural brasileiro ou de órgãos análogos nos âmbitos estadual e municipal, por meio de solicitação de tombamento ou declaração de Paisagem Cultural Brasileira, que são os instrumentos disponíveis no Iphan  para reconhecimento dos valores desse tipo de sítio.  
Certamente, tal reconhecimento pesará de forma favorável junto à Unesco na avaliação da proposta como patrimônio mundial, já que essa Organização conta, no Brasil, com dois interlocutores: o Iphan em questões que envolvem o patrimônio cultural e o Instituto Chico Mendes. Os pareceres para julgamento por parte da Unesco são emitidos no primeiro caso pelo International Council on Monuments and Sites – Icomos e, quando se trata de bem de valores culturais, pela International Union for Conservation of Nature – IUCN. Incide grandemente na decisão da Unesco, o fato de já existirem instrumentos legais e atos administrativos protetores dos sítios propostos para a lista indicativa de Patrimônio Mundial.

            O Iphan apóia a proposta e reitera sua posição de orientar ações capazes de valorizar pedidos como este quanto ao reconhecimento do valor cultural do bem.  

            Atenciosamente,
Celma de Souza Pinto
Suplente da representação do Iphan na Sigep


De: william sallun filho [mailto:wsallun@gmail.com]
Enviada em: quarta-feira, 14 de março de 2012 14:18
Para: SIGEP
Cc:  Alcina Magnólia Franca Barreto; Alcina Magnólia Franca Barreto; Alexandre Magno Feitosa Alves; José Augusto Costa de Almeida; José Bernardo Rodrigues Brilha
Assunto: Re: .... Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE

Caros colegas
Considero a proposta muito importante e assim APROVADA.

 Att,
William Sallun Filho
Rep. da SBE na SIGEP


De: Manfredo Winge [mailto:mwinge@terra.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 23 de abril de 2012 10:30
Para: Alcina Magnólia Franca Barreto (alcina@ufpe.br); Alcina Magnólia Franca Barreto (alcinabarreto@gmail.com); Alexandre Magno Feitosa Alves (amfsales@uol.com.br); José Augusto Costa de Almeida (paleoprofessor@gmail.com); José Bernardo Rodrigues Brilha (jbrilha@dct.uminho.pt)
Cc: SIGEP PLENA
Assunto: Proposta de sítio APROVADA: Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE
Prioridade: Alta

REF: Sítio:   Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE
 Proponentes: Alcina Magnólia Franca Barreto; José Bernardo Rodrigues Brilha; Alexandre Magno Feitosa Sales; José Augusto Costa de Almeida 

Prezados proponentes, 

seguindo as normas da SIGEP, comunicamos, com satisfação, que a proposta de vocês de registro de sítio geológico com compromisso de descrição foi aprovada.

Assim, o sítio " Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE ", passa a ser relacionado na lista de sítios aprovados e com autores comprometidos com a sua descrição que pode ser acessada em: http://www.unb.br/ig/sigep/quadro.htm.

 Isto considerado, solicitamos informar se deve ser alterada a data mais provável de submissão (*) do artigo constante na página da proposta.

O artigo científico, uma vez aprovado juntamente com o elenco de recomendações de vocês para a preservação/conservação como patrimônio geológico, registrará em definitivo o sítio no inventário da SIGEP através de publicação na Internet e, futuramente, como um capítulo, em volume de SÍTIOS GEOLÓGICOS E PALEONTOLÓGICOS DO BRASIL da SIGEP.

Qualquer dúvida a respeito favor nos contactar,
cordiais saudações
Manfredo
p/corpo editorial
c/c SIGEP

Manfredo Winge
Representante da SBG

(*) Observações sobre as Instruções  para os autores

 A elaboração da minuta do capítulo deve seguir as instruções para os autores (*http://www.unb.br/ig/sigep/InstrucoesAutores.htm *) e considerar as sugestões e recomendações eventualmente apresentadas pela comunidade geocientífica e pelos membros da SIGEP na página Internet da proposta em questão.
Solicitamos leitura atenta das instruções aos autores e destacamos alguns pontos importantes:
- o roteiro básico do capítulo (itens principais) deve ser seguido visto que organiza as informações, facilitando o seu acesso no inventário geral dos geossítios;
- enviar o texto em Word em uma coluna só, mas já no formato geral especificado e tipos de letras determinados (faremos a editoração final do pre print em duas colunas após a revisão final e aprovação do artigo);
- atentar para a escolha adequada de título e subtítulo para o artigo, concisos, mas que dêem clara idéia do sítio descrito e de sua tipologia principal, ou seja, podem ser mudados os títulos sugeridos na proposta se julgado pertinente;
- a elaboração da versão em inglês é recomendável e até obrigatória para a divulgação internacional de nosso patrimônio geológico; ela  somente deverá ser encaminhada após a aprovação do capítulo e ser, rigorosamente, igual em conteúdo a versão em português;
- a elaboração de versão popular (com linguagem acessível e vibrante) do artigo para a divulgação de nossos sítios junto à sociedade em geral é considerada de grande relevância para a divulgação das geociências;
- é recomendável o uso de uma (ou duas) foto significativa e bonita (Fig. 1) em página inteira, com ou sem encarte, que retrate da melhor forma possível o sítio nas primeiras páginas do artigo;
- rigorosa seleção das figuras e fotos em termos de qualidade e significância, evitando repetições;
- todas as figuras e fotos, com ótima resolução e QUALIDADE a melhor possível, deverão ser enviadas em arquivos separados logo após a aprovação do artigo; entretanto, sugerimos que elas sejam, inicialmente, inseridas no texto da minuta em Word (sem caixa de textos) com resolução rebaixada (~ 100 dpi; largura maior 170mm) evitando-se, nesta fase inicial de análises e revisões, arquivos muito grandes na internet;
- se ainda não foi encaminhado na proposta, providenciar minicurrículo (até 120 palavras) e uma foto  tipo 3x4 de cada  um dos autores ;
- desdobrar, na medida do possível, o capítulo MEDIDAS DE PROTEÇÃO nos ítens indicados;
- sobre o capítulo SINOPSE SOBRE A ORIGEM, EVOLUÇÃO GEOLÓGICA E IMPORTÂNCIA DO SÍTIO: deve ser conciso e, na medida do possível, de linguagem acessível a não especialistas. O seu objetivo é apresentar, em um único local do artigo, uma síntese da história geológica do sítio pondo em destaque os eventos geológicos, paleobiológicos, paleoclimáticos, geotectônicos..., de preferência cronologicamente organizados, que estiveram ligados à formação e à evolução do sítio até a sua presente ocorrência. Uma certa redundância até poderá ocorrer com relação a aspectos apresentados com mais detalhe em outros ítens como o da DESCRIÇÃO DO SÍTIO, mas aqui devem ser abordados de forma enxuta/concisa e organizada (sinóptica) que enfatize os fenômenos evolutivos que sejam relevantes em qualquer dimensão e conceito (físico/químico, micro a macro até de tectônica global se for o caso).  Estima-se que para este ítem seja suficiente uma página de texto (sem contar eventuais figuras adicionais inseridas) mas, conforme a complexidade evolutiva, poderá se ter até duas páginas, finalizando-se com um parágrafo que, também de forma concisa, indique claramente o porquê da importância extraordinária do sítio.
- finalmente, junto com a minuta deverá ser encaminhada, como anexo do texto, proposta dos autores sobre a área de proteção, ou áreas de proteção, do sítio em questão conforme definido recentemente nas instruções acima na parte referentes ao tópico final “
MEDIDAS DE PROTEÇÃO”:

Neste último subitem o autor deverá recomendar a melhor Área de Proteção do Sítio (ou justificar porque não pode ser apresentada). Complementando esta apresentação da área de proteção no texto, deve ser anexada uma (única) página contendo os seguintes elementos centralizados com bordas normais do artigo, em modo retrato:
1 – titulo em cima: SIGEP xxx (numero) – nome do sítio em maiúsculas, tamanho 14, normal;  
2 – subtitulo “PROPOSTA DA ÁREA DE PROTEÇÃO”  em negrito;
3 – mapa-imagem local (alguma toponímia é interessante), Nv para cima ou marcado, área definida com a poligonal onde são indicados os vértices sucessivos (1,2,3..);
4 – logo abaixo do mapa: lista sequencial/tabela dos vértices da poligonal da área de proteção com suas coordenadas geográficas (latitude – longitude) precisão até o segundo (e UTM’s se julgado necessário);
5 –poucas e concisas linhas justificando a extensão da área abrangida como de proteção;
6- mais abaixo: "Área de proteção proposta por:" nome do(s) responsável (is) pela proposta definindo a área de proteção e data da proposta..“


AVALIAÇÃO FINAL DE PROPOSTA
DE DESCRIÇÃO DE SÍTIO GEOLÓGICO - PALEOBIOLÓGICO

Nome do Sítio:  Fósseis invertebrados de Rancharia, Araripina, PE
Proponentes: 
Alcina Magnólia Franca Barreto; José Bernardo Rodrigues Brilha; Alexandre Magno Feitosa Sales; José Augusto Costa de Almeida

Considerando os pareceres, comentários e réplicas constantes na página da proposta, as instituições membros da SIGEP, assim se pronunciam, através de seus representantes, quanto à proposta em epígrafe

INSTITUIÇÃO

PARECER:
1- Aprovação
2- Não aprovação (*)
3- Abstenção
4-
Restrições/Exigências (*)

Academia Brasileira de Ciências – ABC 3- Abstenção  
Associação Brasileira de Estudos do Quaternário – ABEQUA 1- Aprovação
Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM 1- Aprovação
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísitica – IBGE 3- Abstenção
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis– IBAMA 3- Abstenção
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio 3- Abstenção
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN 1- Aprovação
Petróleo Brasileiro SA - PETROBRAS 3- Abstenção
Serviço Geológico do Brasil – CPRM 1- Aprovação
Sociedade Brasileira de Espeleologia – SBE 1- Aprovação
Sociedade Brasileira de Geologia – SBG 1- Aprovação
Sociedade Brasileira de Paleontologia – SBP 1- Aprovação
União da Geomorfologia Brasileira - UGB 3- Abstenção

(*) - Apresentar análise e justificativa(s), claras e concisas